Para compreendermos o processo de aprendizagem é necessário que tenhamos a consciência de que o professor não ensina.
A aprendizagem não é uma transmissão de conteúdos, ditada pelo professor e gravada pelo aluno.
Se o professor apenas ensina, ou seja, repassa único e exclusivamente conhecimento de forma tradicional não ocorre aprendizagem, mas sim uma temporária memorização. Aprendizagem é algo muito maior que isso.
O professor é apenas um meditizador de conhecimentos, organizando maneiras e oportunidades para que o aprender ocorra.
Organizando situações de envolvimento e troca, os alunos, juntamente com o professor vão construindo conhecimentos, ao mesmo tempo em que, convivem, se relacionam, brincam e constroem.
Os alunos, assim como nós, aprendem com o meio em que estão inseridos, com as vivências, com a prática social diária.
Simplesmente vivendo, eles já estão aprendendo. Quanto maior será esta aprendizagem se o professor utilizar este “social” para despertar conhecimento, construir aprendizagem?
Este é o grande trunfo do educador: trabalhar o social em sala de aula, recheado de afetividade, depertando a sua curiosidade e interesse do aluno, vai tornar a aprendizagem significativa.
Principalmente o que é significativo para o aluno, que desperta sua curiosidade e interesse.
Trabalhando com este propósito o educador é capaz de transformar um problema de aprendizagem em um agente transformador da aprendizagem e reverter o placar a seu favor. E o melhor, agradando e alegrando os educandos.